"In your brown eyes

I walked away

In your brown eyes

I couldn't stay"

Sábado, 10 de Julho de 2010

Only by the night

Hey!

Desculpem a demora :)

Enjoy it!

 

 

12º Capitulo

- E como poderei ouvir eu tal voz? – Indagou num tom inicialmente cortês e gozão.

- Não sei. – Arfou – Apenas sei que tens de a ouvir, Bill. – Olhou-o, a rejubilar de orgulho da amiga. – Ela podia fazer uma cover connosco.

- O quê? – Ele esbugalhou os olhos. – Hey, Tom! Por acaso não estás a sonhar de mais? Quer dizer… ainda nem a ouvimos e temos de falar com os G’s primeiro. E se a voz dela não fica bem com a minha?

O mais velho apoiou os cotovelos nas pernas e revirou os olhos.

- Tens de a ouvir, Bill. – Insistiu.

*

- Tu e o Tom estiveram mesmo a brincar aos médicos? – Mia questionou risonha enquanto procurava, no meio de um monte de vestidos, algo que lhe agradasse naquela humilde loja.

- Achas? – A mais nova olhou-a, desviando a atenção de umas calças que estava a apreciar. – Ele só disse aquilo só para gozar. – Abanou a cabeça voltando a olhar a peça de roupa. – Ele foi para lá fazer-me companhia, esteve a tocar, estivemos a ver televisão e às tantas começamos na brincadeira porque ele estava a gozar com o meu pijama e acabamos por adormecer. – Revelou omitindo sobre o que se tinha passado no telhado. – É verdade! – Falou voltando a olhar a loira. – Tu sabias que o Tom sabe fazer truques de magia? – Perguntou ainda incrédula com o que o rapaz de tranças tinha feito naquela noite; ainda tinha a rosa guardada em cima da sua cama.

Mia riu, imaginando-se com o vestido vermelho que tinha nas mãos.

- O Tom, o Bill e os G’s, são uma caixinha de surpresa. A cada dia que passa surpreendem-nos mais.

- É. Deve ser. – Encolheu os ombros.

- Olha, experimenta isto. – Agarrou num imenso monte de roupa e depositou nos braços da amiga.

- Pensava que era para ti. – Arregalou muito os olhos.

- Pensaste mal. Tens de renovar o teu guarda-roupa.

- Não tenho dinheiro para isto.

- Eu pago. Ficas-me a dever um favor. – Empurrou-a para dentro de um provador.

Sentou-se num banco e agarrou numa revista, começando a esfolheá-la. Tinha de esperar para que Kim se despachasse. Quanto mais rápido melhor.

- Já encontraste algum emprego?

- Não! – Disse meio atrofiada. – Não gosto de me ver com isto! – Ripostou.

A loira levantou-se – Mostra! – Pediu em êxtase.

- Não! – Quase berrou.

- Agora! – Afastou a cortina, deparando-se com uma outra Kimberly. – Fica-te óptimo! Este vais levar. Sem dúvida alguma!

- Ma—

- O próximo! – Interrompeu-a, empurrando-a para o provador.

Kim esbugalhou muito os olhos assim que se dera conta da quantidade de sacos com os quais as duas tinham saído da loja. Contudo não se conformava minimamente com o facto de ter sido Mia a pagar tudo. Algum dia teria de a recompensar de alguma maneira.

Foram meter os sacos ao carro da mais velha e voltaram para dentro do centro comercial, estando decididas a ir almoçar ao Mc’donalds que ali existia.

Ambas compraram um Big Mac, coca-colas e batatas fritas e procuraram um lugar onde se pudessem sentar e comer descansadas

- Então e o que achas do Tom? – A loira decidiu perguntar.

- Como assim? – Questionou a meio de uma mordida no seu hambúrguer.

- Do carácter dele e assim. – Explicou, curiosa com a resposta da mais nova.

- Gosto da maneira como ele vê as coisas e… - Pensou. – É simpático, divertido, prestável… - Fez uma pausa para dar um golo na sua bebida.

- E bem giro, não? – Opinou com um sorriso nada inocente a desenhar-se nos seus lábios.

Kimberly engasgou-se completamente com a substância gasosa que acabara de engolir, arregalando os olhos em simultâneo. – O quê? – Guinchou tossindo aflitamente.

A outra entoou numa gargalhada ao ver a cara vermelha e expressão nervosa da amiga. Era óbvio que Kim era uma rapariga tímida e inexperiente.

- Estou-te apenas a perguntar se o achas giro. Não te estou a pedir para casares com ele. – Riu, irónica. – O que achas dele?

- Bem, amh… o Tom é um rapaz. – Começou por dizer, achando-se ridícula e absurda. – Ele é simpático, amigo, amh… e bastante directo. – Coçou a cabeça, levando uma batata à boca. – Tem estilo. – Molhou uma outra batata frita no molho e comeu-a.

- Er… então acha-lo giro? – Continuou no mesmo tema.

Kimberly revirou os olhos, afundando-se numa grande trinca no seu hambúrguer calorífico. Odiava aquele tema de conversa. Quanto mais para um rapaz que não conhecia praticamente de lado nenhum, mas que sabia um dos grandes segredos da vida dela.
Deu por si a sorrir ao lembrar-se da sensação de ser vendada por ele. De ouvir a balada vinda da sua guitarra. Ele tocava tão bem. Ele produzia melodias que eram capazes de encantar biliões de pessoas.

- No que estás a pensar, Kimberly? – A loira abanou a mão à frente da sua cara.

- Não me perguntaste o que acho do Bill. – Encolheu os ombros.

- Nem tenho de perguntar, o Bill tem namorada. – Informou rapidamente.

- Tem? – Arqueou o sobrolho.

Mia anuiu, bebendo da bebida. – É uma gaja que vive na Inglaterra. Tanto está lá, como que vem para a Alemanha. Não percebo aquela relação.

- Namoram à distância?

- Parece que sim… - Suspirou.

- Esse tipo de relações não me convence. – Insinuou, fazendo um esgar.

- Olha, nem a mim.


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